Nasceu na
comunidade do sítio Córrego, município de Apodi, em 30 de outubro de 1909 e
faleceu em sua terra natal no dia 15 de janeiro de 2006, filha de Rosendo
Torres de Limae de Marcelina Gomes Torres. Casou-se em 28 de
outubro de 1941, com Antonio Cosme de Andrade, natural de Apodi, nascido em 15
de novembro de 1902, filho de Luis Cosme de Andrade e de Águida Francisca de
Paula, com os seguintes filhos: FRANCISCA TORRES (11/12/1935), LUÍS ANTONIA TORRES
(13/02/1938), JOÃO TORRES DE ANDRADE (15/05/1940), MARIA SALETE TORRES
(15/01/1948) e PEDRO ANTONIO TORRES (20/04/1950).É patrona de um estabelecimento de ensino
municipal situada na comunidade do Córrego, fundado em 27 de agosto de 1986 e
reecriado pelo Decreto nº 074, de27 de
setembro de 1999,assinado pelo então prefeito Evandro Marinho de Paiva, nascido
em 8 de agosto de 1962, filho de ALTINO DIAS DE PAIVA (18/06//1934 –30/06/
2015), filho deEmidio Dias de Paiva e
de Joana Dias de Paiva; e de ANITA
MARINHO, nascida em 28 de janeiro de 1932, filha de José Marinho da Mota e
Zulmira Marinho, que teve como primeira diretora a professora Elenimar Marinho
de Freitas.
Ela quando ainda adolescente estudou em escolas públicas e passou a
juventude semeando o bem, a amizade e conquistando o respeito das pessoas que
aqui vivem. Apesar de pertencer a uma família humilde, Isabel Aurélia Torres
estudou e conseguiu terminar o 5º ano primário – antigo admissão, sendo que
logo em seguida passou a assumir o cargo de professora Pública Municipal
nomeada na gestão do então Prefeito ISAURO CAMILO DE OLIVEIRA, nascido em 5 de julho de 1906 e faelcido m 25 de
fevereiro de 1990, filho deRaimundo
Casado de Oliveira, nascido em 01 de maio de 1902, filho de Joaquim Eufrásio de
Oliveira eMaria Anastácia de Oliveira;
e de Francisca Maria da Conceição. Casado com Maria Gomes de Oliveira
(12/02/1912 – 05/05/2005). A mesma prestou serviço a comunidade do Sítio Córrego durante 35 anos. Dona Isabel,
como era conhecida, cumpriu a sua missão procurando sempre prestar serviços a
sua terra natal, pregando a verdade, convencendo o aluno a estudar pela força
de vontade. Um exemplo de cidadania.
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